ABC Imagem Cardiovasc. 2026; 39(3): e20260090

Cardiomiopatia Hipertrófica Apical com Microfístulas: Correlação entre Roubo de Fluxo, Inotropismo Positivo e Normalização da Polaridade da Onda T

José Sebastiao de , Tereza Cristina Pinheiro , Marília Esther Benevides , Isadora Sucupira Machado , Mateus Paiva Marques

DOI: 10.36660/abcimg.20260090

Introdução

A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) apical com microfístulas constitui uma patologia rara cuja incidência de múltiplas microfístulas para o ventrículo esquerdo (VE) varia entre 0,07% e 0,09%., O seu diagnóstico pode ser efetuado por meio da ventriculografia contrastada, da coronariografia e da ecocardiografia.

Por meio do ecocardiograma bidimensional com o Doppler colorido e o pulsátil, é possível visualizar os fluxos das microfístulas e medir a velocidade do fluxo diastólico (VFD), da mesma forma que é medida na coronária descendente anterior (CDA).

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Cardiomiopatia Hipertrófica Apical com Microfístulas: Correlação entre Roubo de Fluxo, Inotropismo Positivo e Normalização da Polaridade da Onda T

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