A adequada caracterização das massas intracardíacas permanece um dos desafios mais relevantes da imagem cardiovascular contemporânea. Trombos, tumores benignos e neoplasias malignas compartilham algumas características morfológicas semelhantes na ecocardiografia convencional, mas acarretam condutas, prognósticos e urgências terapêuticas radicalmente distintos. Apesar dos importantes avanços nas técnicas de diagnóstico por imagem cardiovascular, decisões críticas, como anticoagular ou operar, investigar ou observar, tratar com urgência ou acompanhar, ainda são frequentemente desafiadoras na prática clínica. A ecocardiografia, embora indispensável como método inicial, frequentemente falha […]