Resumo A medicina cardiovascular construiu boa parte de seu conhecimento sobre coortes predominantemente brancas e masculinas, que não refletem a diversidade dos pacientes atendidos. Como consequência, valores de referência, dispositivos e algoritmos podem apresentar acurácia desigual entre grupos, o que compromete a precisão do exame. Esta revisão examina, sob a ótica da imagem cardiovascular, como a sub-representação na pesquisa se traduz em iniquidades diagnósticas. Discutimos cenários em que a representatividade altera aquilo que o método revela: a amiloidose por transtirretina […]