Introdução A aterosclerose carotídea constitui um importante marcador de risco cardiovascular e cerebrovascular, tradicionalmente avaliado pela ultrassonografia com foco predominante no grau de estenose luminal. Esse paradigma foi consolidado a partir de estudos clássicos que embasaram decisões terapêuticas principalmente em pacientes sintomáticos. No entanto, os avanços no conhecimento sobre a biologia da placa mostraram que a estenose, isoladamente, não explica todo o risco clínico, sobretudo em indivíduos assintomáticos ou com lesões não obstrutivas.– Nas últimas décadas, tornou-se cada vez mais […]