ABC Imagem Cardiovasc. 2026; 39(2): e20260076

A Nova Fronteira na Prevenção Cardiovascular: Além da Proibição, o Manejo Clínico do Usuário de Esteroides

Fabio , Alexandre Aby Azar , Naiara Caroline , Luiz Felipe Branco , Liliana Ludwing

DOI: 10.36660/abcimg.20260076

Este Minieditorial é referido pelo Artigo de Pesquisa "Esteroides Anabolizantes Androgênicos e Infarto Agudo do Miocárdio em Jovens: Uma Revisão da Literatura Baseada em Série de Casos".

Diagnóstico Subclínico: O Papel do Ecocardiograma Avançado

A avaliação cardíaca convencional muitas vezes falha em detectar danos precoces, pois a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE) pode permanecer normal mesmo na presença de lesão miocárdica instalada. As fontes destacam que usuários de EAA apresentam alterações na geometria e função cardíaca, incluindo hipertrofia patológica, disfunção diastólica e comprometimento biventricular.,

Nesse cenário, o uso do ecocardiograma com medidas avançadas, como o strain miocárdico, surge como uma ferramenta essencial. Embora a FEVE possa estar preservada em estágios iniciais, a análise da deformação miocárdica (strain) permite identificar a disfunção sistólica incipiente decorrente da fibrose e da destruição de miofibrilas causadas pela toxicidade direta dos andrógenos. Estudos recentes já demonstram que tanto usuários atuais quanto antigos apresentam cardiomiopatia biventricular persistente, reforçando a necessidade de monitoramento contínuo.

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A Nova Fronteira na Prevenção Cardiovascular: Além da Proibição, o Manejo Clínico do Usuário de Esteroides

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