Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2022; 35(1): eabc221

Reserva de Velocidade de Fluxo Coronariano e da Contratilidade Miocárdica sob Estresse no Dilema da Memória Isquêmica Pós-Infarto

Marilia Esther Benevides de , Tereza Cristina Diógenes , Antônio Augusto Lima , José Sebastião de

DOI: 10.47593/2675-312X/20223501eabc221

Introdução

Após o infarto agudo do miocárdio (IAM), alguns casos evoluem com profundas inversões das ondas T do eletrocardiograma (ECG). Essa anormalidade eletrocardiográfica pode ser observada por prolongado período, mesmo que uma intervenção coronariana tenha ocorrido com pouco tempo de evolução do IAM e determinado uma reperfusão miocárdica bem-sucedida. Todavia, essas profundas inversões das ondas T podem suscitar dúvidas quanto à conduta, quando o paciente já está em acompanhamento ambulatorial, particularmente na ausência de sintomatologia relevante que respalde o recrudescimento de um processo isquêmico. Nesse contexto, uma avaliação não invasiva segura, como o ecocardiograma sob estresse com dobutamina (EED), simultâneo à verificação da reserva de velocidade de fluxo coronariano (RVFC), pode ser uma opção para esse dilema entre a isquemia miocárdica e a possível memória isquêmica pós-infarto.

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Reserva de Velocidade de Fluxo Coronariano e da Contratilidade Miocárdica sob Estresse no Dilema da Memória Isquêmica Pós-Infarto

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