Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2023; 36(2): e20230020

Forame Oval Patente: A Contribuição do Doppler Transcraniano em seu Diagnóstico

Eliza de Almeida , Ana Carolina de Freitas , Flávio Luis da Costa , Rafael , Jéssica Rizkalla Corrêa , Arnaldo

DOI: 10.36660/abcimg.20230020

Introdução

O forame oval patente (FOP) é o tipo de shunt interatrial mais comum, com prevalência entre 25 e 27% da população adulta. Tem funcionamento flap-like e geralmente é assintomático. Em alguns casos, pode estar associado a complicações clínicas como acidente vascular encefálico (AVE), embolia paradoxal, síndrome de platipneia-ortodeóxia e apneia do sono obstrutiva. O diagnóstico se impõe principalmente em pacientes jovens que apresentam AVE, sem outro fator de risco aparente.

A avaliação do FOP é comumente realizada com ecocardiograma transtorácico (ETT) e o ecocardiograma transesofágico (ETE). Entretanto, outro importante método de avaliação pouco utilizado em nosso meio é o Doppler transcraniano (DTC), que avalia a presença de shunt de forma indireta em paciente acordado e com alta sensibilidade.

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Forame Oval Patente: A Contribuição do Doppler Transcraniano em seu Diagnóstico

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