Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2022; 35(3): eabc315

Uso do Ultrassom com Contraste para Diagnóstico de Endoleak após Reparo Endovascular de Aneurisma em Ruptura

Ana Carolina N. Netto , Glauber Lutterbach de Oliveira , Adriana , Carlos Gustavo , Idalécio Souto Fonseca , Milena O.

DOI: 10.47593/2675-312X/20223503eabc315

INTRODUÇÃO

O aneurisma de aorta abdominal (AAA) é uma doença com prevalência estimada em 4% a 8% da população, com maior incidência em homens, idosos, hipertensos e tabagistas, podendo ser feito o reparo cirúrgico ou endovascular da aorta (REVA) quando bem indicado, sendo esta a principal técnica utilizada, por ser menos invasiva e de menor morbimortalidade. Todavia, diante das complicações, faz-se necessária a vigilância clínica e por imagem rotineiramente, para identificar ou prevenir os vazamentos periprotéticos (endoleaks) relacionados à progressão da doença aneurismática.

Diante disso, a angiotomografia computadorizada (angio-TC) sempre foi considerada o padrão-ouro para a vigilância do endoleak, pela qualidade da imagem e pela possibilidade de reconstrução em duas e três dimensões. Entretanto, entre suas desvantagens estão o uso de contraste iodado e a exposição à radiação ionizante. Motivado por essas características negativas, outros métodos de imagem vêm sendo estudado para controle pós-REVA, como a ultrassonografia com contraste por microbolhas (UCM), que é um método dinâmico e de avaliação de alta qualidade dos aspectos relacionados ao endoleak.,

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Uso do Ultrassom com Contraste para Diagnóstico de Endoleak após Reparo Endovascular de Aneurisma em Ruptura

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