Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2022; 35(2): ecard06
O que o Cardiologista Espera do Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida?
DOI: 10.47593/2675-312X/20223502ecard06
Introdução
O ecocardiograma tem papel central na avalição de pacientes portadores de insuficiência cardíaca (IC), contribuindo para sua classificação, definição de etiologia, estratificação de gravidade, avaliação hemodinâmica e seguimento clínico. Historicamente, a IC é dividida em diferentes fenótipos clínicos, de acordo com um parâmetro ecocardiográfico: fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE). Em sua classificação mais recente, é dividida em FEVE preservada (≥50%), reduzida (≤40%) e levemente reduzida (41 a 49%)., Recentemente, diferentes sociedades propuseram uma definição universal de IC que envolve a presença de sintomas e sinais de IC causados por alteração estrutural e/ou funcional cardíaca associados à elevação de peptídeos natriuréticos ou à evidência objetiva de congestão. Os autores reforçam ainda a importância da classificação da IC de acordo com a FEVE ().
Descrevemos aqui os principais parâmetros que o cardiologista clínico deve se atentar no ecocardiograma do paciente com IC de fração de ejeção reduzida (ICFER) e como melhor utilizá-los na prática clínica.
[…]
Palavras-chave: Ecocardiografia; Insuficiência cardíaca; Volume sistólico
633

