Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc 2023; 36(2): e20230045

Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica no Pós-Transplante Cardíaco Pediátrico para Controle de Rejeição e/ou Doença Vascular do Enxerto

Adailson Wagner da Silva , Mirela Frederico de

DOI: 10.36660/abcimg.20230045

Resumo

O transplante cardíaco pediátrico é escolha terapêutica definitiva para os pacientes com insuficiência cardíaca refratária ao tratamento clínico otimizado, seja em decorrência de cardiomiopatias ou cardiopatia congênita. A morbimortalidade permanece como fator de preocupação durante a evolução, sendo disfunção primária, rejeição e doença vascular do enxerto (DVE) as principais causas de morte nos primeiros 5 anos pós-transplante. O ecocardiograma transtorácico como método de vigilância apresenta benefícios significativos no auxílio diagnóstico quanto à suspeita clínica de rejeição ou de DVE. O objetivo deste artigo é trazer de forma clara e objetiva quais dados ecocardiográficos auxiliarão o cardiologista pediátrico no seguimento do paciente transplantado. O uso do ecocardiograma, seja através das ferramentas convencionais ou através de métodos avançados, direcionado e atento às diferentes fases do pós-transplante cardíaco, precoce e tardio, com as informações de exame atual e comparativo evolutivamente, principalmente quanto ao Doppler tecidual (TDI) e strain longitudinal, pode auxiliar ao cardiologista pediátrico na decisão de antecipar a biopsia endomiocárdica e coronariografia (padrão ouro) para diagnóstico precoce e imediata intervenção, permitindo maior durabilidade do enxerto.

Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica no Pós-Transplante Cardíaco Pediátrico para Controle de Rejeição e/ou Doença Vascular do Enxerto

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