Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2022; 35(4): eabc344

Como eu Faço a Análise da Função Diastólica na Presença de Fibrilação Atrial

Antonio Amador Calvilho , João Moron Saes , Jorge Eduardo , Andrea de Andrade

DOI: 10.47593/2675-312X/20223504eabc344p

Introdução

A fibrilação atrial (FA) é uma arritmia prevalente, que pode ocorrer de forma isolada ou em combinação com outras condições clínicas. Seu aparecimento interfere tanto nos algoritmos diagnósticos comuns, como em suas respectivas condutas protocolares. No caso da avaliação da função diastólica pela ecocardiografia, ocorre drástica mudança na sequência de análise. Essa relação torna-se ainda mais complexa, pelo fato da disfunção diastólica ser associada ao surgimento da FA não valvar, ou seja, é uma de suas causas.

Não é somente a presença de FA que modifica os algoritmos de estudo. Na verdade, existe um grupo de condições, chamadas de “situações” ou “populações especiais em diastologia” que, além da FA, incluem especialmente, mas não exclusivamente, taquicardia sinusal, cardiomiopatia hipertrófica, cardiomiopatia restritiva, hipertensão pulmonar de causa não cardíaca, estenose mitral, regurgitação mitral, calcificação do anel mitral de grau maior que discreto, transplantados cardíacos e pericardite constritiva.

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Como eu Faço a Análise da Função Diastólica na Presença de Fibrilação Atrial

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