Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2022; 35(4): erer_15
Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética
DOI: 10.47593/2675-312X/20223504erer_15p
Resumo
A cardiomiopatia hipertrófica é a cardiopatia genética mais frequente na população geral e é caracterizada por uma hipertrofia ventricular esquerda assimétrica. Entretanto, as alterações fenotípicas desta cardiomiopatia vão muito além da hipertrofia ventricular, e incluem alterações do aparato valvar mitral, dos músculos papilares e do ventrículo direito. Devido à dificuldade no diagnóstico diferencial entre as múltiplas causas de hipertrofia, a ressonância magnética cardíaca vem cumprindo um papel fundamental na avaliação diagnóstica e prognóstica desta cardiomiopatia. A cine-ressonância magnética na definição da localização e extensão da hipertrofia, o realce tardio, na detecção das áreas de fibrose miocárdica e técnicas mais recentes como o Mapa de T1 que avalia a fibrose intersticial e o volume extracelular; e finalmente o Tissue Tracking na análise da deformação miocárdica.
Palavras-chave: Cardiomiopatia Hipertrófica; Ressonância magnética; Técnicas de Imagem Cardíaca
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