A radioterapia (RT) faz parte do tratamento oncológico desde 1899, sendo utilizada atualmente em mais de 50% dos pacientes. Tumores de mama, pulmão, esôfago e linfomas são frequentemente submetidos ao tratamento por RT, apresentando melhora na sobrevida total e livre de doença. Por outro lado, ao incluirmos estruturas mediastinais como coração e os vasos próximos, observamos, em 10 a 30% dos pacientes, a ocorrência de eventos cardiovasculares adversos após 5 a 10 anos, designados de cardiopatia induzida por radioterapia (CIRT)., […]