Resumo O uso de ferramentas não invasivas para a análise da congestão venosa sistêmica em pacientes críticos em setor de cuidados intensivos tem ganho cada vez mais adeptos para o diagnóstico, estimativa da gravidade da congestão e estimativa prognóstica. Pacientes com congestão sistêmica evoluem mais para disfunção renal comparativamente àqueles que não apresentam congestão. Nesta revisão, os autores demonstram como realizar a análise da congestão sistêmica, suas possíveis limitações e suas aplicabilidades de forma prática e objetiva.